segunda-feira, 10 de outubro de 2016

O Poeta é um fingidor..Ni N Adrada



O poeta é um fingidor, fingidor inclusive de sua dor de amor.
Das gotas de areia só quero a onda onde vislumbro Serias.
Que beleza teria o mar, se os olhos não vê a cor do Son das Serias?
Traga-me uma cachaça, uma pinga e meia - meia de metade, não de meia de lã, lãs quentes da verdades - , meu peito queima como um vulcão que expele gelo como um beijo sem emoção.
O poeta é fingidor?
Acredito que não!
Não, quando fala de amor, amor explícito com sabor doce de pirulito!
Tem um mundo inteiro no meu peito, e é ele todo para você bem feito.
E se do seu olhar ele não for merecedor, morre ele - o amor - neste meu peito imundado de um mar de dor...
Sem praia...
Sem Seria...
Sem um braseiro...
Ou fogueira no céu que o alumêia.

Ny.

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